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USINA DE AÇÚCAR E ETANOL: Equilíbrio comprova retenção máxima de bagacilhos de 97% da Peneira Rotativa à Pressão

Análise de melhoria de processo mostrou que, ao acrescentar o equipamento na segunda filtração do caldo misto, os índices de retenção de sólidos subiram cerca de 25%

Um estudo de caso recente realizado em uma usina de açúcar e etanol do Estado de São Paulo, com processamento de cana por safra de 3.250.000/ton, mostrou números significativos de eficiência no tratamento do caldo misto após a introdução da Peneira Rotativa à Pressão (tela de 100 mesh), da Equilíbrio. Detentora da tecnologia, a empresa desenvolveu o equipamento para realizar a segunda filtração do caldo misto, aumentando a remoção de sólidos.

A análise constatou o aumento relevante na produção de açúcar de 52 sacos/dia e de etanol de mais de 850 litros/dia, além de uma redução na torta de filtro de 10 kg/tc após a Peneira à Pressão instalada. Ao todo, foram recuperadas 13 mil toneladas de bagaço. “Com o equipamento no início do processo, existe ainda uma redução de resíduos sólidos que ocasionam o entupimento e incrustação dos trocadores de calor e evaporadores, por exemplo. Isso impacta, inclusive, no consumo de produtos químicos para a limpeza dos equipamentos, que sofre uma queda”, explica, Priscila Fernandes Coppede, engenheira química da Equilíbrio responsável pelo estudo. 

Segundo Carlos Alberto Celeste Jorge, presidente da Equilíbrio, com o balanço do último estudo de caso, é possível recuperar o investimento na Peneira Rotativa à Pressão em até quatro meses. “É importante dizer que, seguir as instruções de utilização e manutenção do equipamento é essencial para alcançar números tão positivos. Estamos satisfeitos com esse retorno e queremos que o mercado comprove esses dados em suas plantas”, acrescentou.

A Peneira à Pressão já está presente em grandes grupos de usinas no Brasil. De acordo com o engenheiro Jerônimo E. Pandolfi, gerente industrial do Grupo JB, Unidade Lasa, Linhares, ES, a recomendação para a aquisição do equipamento foi feita pela Unidade Recife, PE, que estava satisfeita com o produto. “Adquirimos dois equipamentos de 300m3/h e percebemos, dias depois, uma redução na contaminação bacteriana e uma maior praticidade operacional”, comentou. Na América Latina, países como Colômbia, Honduras e Guatemala já desfrutam desta tecnologia.

A pesquisa foi realizada pelo departamento de análises químicas em conjunto com o departamento comercial da fabricante do equipamento que tem acompanhado os números do produto desde o seu lançamento oficial em 2009. 

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